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Infância além das telas

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Tablets, smartphones, joguinhos, desenhos com cores hipnotizantes e jingles que não desgrudam da cabeça. A discussão sobre o impacto dos dispositivos tecnológicos nos pequenos é tão grande que, no início do ano, a Organização Mundial de Saúde divulgou um guia sobre a conduta recomendada aos pais sobre a exposição às telas. Bebês abaixo de 1 ano, por exemplo, não devem ter nenhum contato com smartphones. Já entre 1 e 5 anos de idade, o recomendado é que a criança utilize esses dispositivos por no máximo 1 hora diária. 

Mas por que tantas limitações?
A questão é que os primeiros meses são fundamentais para o desenvolvimento infantil. É o momento em que o cérebro está no auge do seu potencial para realizar as sinapses, responsáveis por conectar nossos neurônios. Por isso a interação humana, as atividades que estimulam a coordenação motora e outras habilidades são indispensáveis na primeira infância. 

Em entrevista à Gaúcha Zero Hora, a pediatra e psiquiatra Ana Maria Costa da Silva, explica. “Até os dois anos, é o tempo da aquisição da linguagem e do arcabouço psíquico-social. É claro que é necessário conviver com os avanços da tecnologia e saber tirar proveito deles, mas não se pode esquecer que, no processo de formação, a gente ainda precisa daquelas coisas que parecem antigas: canção de ninar, histórias contadas pelos pais, brincadeiras, interação.”

Sendo assim, o problema não é o contato com a tecnologia em si, mas a maneira como o uso é feito e a intensidade dessa exposição. 

Como incluir momentos de atividades analógicas no dia a dia da criança?
Primeiro, é preciso entender que alguns momentos do dia são “sagrados”, como diz a pediatra, e merecem prioridade quando o assunto é desconexão. 

“Os momentos em que deveríamos pedir “screen free” é o momento da refeição, da troca de fraldas, da hora de dormir, do banho. Esses momentos são sagrados na relação dos pais com seu filho. O que precisa ser avaliado é o que a tela está tirando da criança. Momentos de troca são fundamentais — diz Renata.

Introduzir brinquedos analógicos também pode estimular a criatividade das crianças, já que elas passam a ser responsáveis pela história criada. 

E aí, que tal começar a brincadeira já? Visite a nossa loja e conheça os brinquedos da Eu Amo Papelão, brinquedos incríveis responsáveis por criar momentos únicos para a sua família. 

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Até já,

Time Klabin ForYou

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3 perguntas para conhecer a Eu Amo Papelão

A Eu Amo Papelão nasceu em Porto Alegre, há 6 anos, do desejo da Simone Menda de empreender no universo infantil. Conheça mais sobre a iniciativa:  

O que é a Eu Amo Papelão?

A empresa nasceu em 2013, após o nascimento dos filhos da Simone. Eu trabalhava em empresa privada, e buscava algo que a conecta-se ao mundo infantil, que é o que eu realmente amo. A ideia era resgatar as brincadeiras de antigamente e desconectar um pouco as famílias da tecnologia. Gerar momentos felizes por meio do papelão.

Mas por que o papelão?

Para uma criança, muitas vezes a caixa acaba sendo mais atrativa do que o presente. . Então, por que não transformar a caixa em brinquedo? O papelão traz essa possibilidade. Ele pode ser lúdico e sustentável.

E a preocupação com a durabilidade dos brinquedos?

O que eu sempre explico é que varia muito de acordo com o ambiente em que o brinquedo está. Em casa, com os meus filhos, podem durar até 2 anos. Em uma escola, com várias crianças brincando, a estimativa é de 6 meses. Por ser feito de papelão ondulado Klabin, de alta qualidade, o produto suporta ainda mais o destaque, as pinturas e as montagens desmontagens.